domingo, 12 de março de 2017

Precisamos falar sobre Saúde Mental: Depressão afeta mais de 300 milhões no mundo



Esse será o tema de maior destaque no Dia Mundial da Saúde, coordenado pela Organização Mundial de Saúde, no próximo dia 7 de abril.

Houve um aumento de 18% na incidência de depressão entre 2005 e 2015, pelos dados publicados pela OMS em 23 de fevereiro de 2017. Isso significa que mais de trezentos milhões de pessoas sofrem de depressão nesse momento. A OMS também alertou que a depressão é a principal causa de afastamento de atividades laborativas e de suicídio atualmente.

Apesar de existirem tratamentos bem eficientes para a depressão, menos de 10 % recebem ajuda médica adequada. Isso ocorre por falta de médicos especialistas, preconceito e diagnóstico e tratamento inadequados. Isso acontece principalmente nos países menos desenvolvidos.

Cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio por ano. Já se tornou a segunda causa de morte nos jovens. Esse número seria mais alto, se pensarmos também nos casos de tentativas de suicídio frustradas, por conseguir o socorro ou casos que não comprovados, como dirigir em alta velocidade e intoxicação por álcool ou drogas ilícitas.

Portanto, está sendo valorizado a importância da OMS cobrar por políticas de Saúde Mental efetivas, visando atender a população mundial, que vem sofrendo com a depressão e outros distúrbios psíquicos.

Vale a pena ler o artigo abaixo:


Também recomendo ler nesse blog as seguintes postagens: 

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

A importancia do "Não"

Vale a pena ver esse vídeo. Fala da importância de limites para nossas crianças, a aprender a conviver com as frustrações. Depende de nós, pais.

https://www.youtube.com/watch?v=Uz52fdi6JXw





terça-feira, 29 de novembro de 2016

Medo de Voar (Fobia de Avião)

Diante da tragédia da queda do avião a caminho de Medellín, que acompanhamos recentemente, é importante entendermos porque algumas pessoas desenvolvem medo de voar, a conhecida Fobia de Avião. 


Conhecendo o mecanismo desse medo, que impede pessoas de voar, você consegue se proteger ou combater os primeiros sintomas. Muitas das vezes, pessoas que não tinham esse medo passam a desenvolver, acompanhando as notícias sobre um acidente aéreo.


O jornal ao noticiar a tragédia e descrever as características de cada vítima nos aproxima muito do acidente e da própria vítima. Como são muitas histórias conhecidas essa bagagem vai potencializando a ansiedade e medo de cada um.

Por isso, a importância de entender a causa, os sintomas e procurar tratamento para esse mal. 

Recomendo assistir o programa apresentado no canal Saúde da Fiocruz sobre o medo de voar. Acesse pelo link abaixo.


domingo, 4 de setembro de 2016

A Diferença Entre Querer Morrer e Querer que a Dor Pare

Esse texto foi extraído no site do CVV - Centro de Valorização da Vida

Eu não quero morrer.
Eu só queria que a dor parasse: a dor que rodeava e apertava meu peito, o peso que envolveu meu cérebro na sombra, a agonia que transformou todo o mundo em escuridão.
Eu precisava disso para cessar a dor.
Não foi um grande trauma que me convenceu que a morte era a minha única opção, mas uma série interminável de pequenas dores que roubaram a minha esperança. A pressão da vida cotidiana tornou-se um assalto implacável: uma mão pesada sobre meu ombro que me esmagava.
Uma manhã eu tive uma discussão menor com meu marido e, como diz o proverbio sobre colocar mais a lenha na fogueira, essa discussão me deixou em pedaços.
E então eu decidi que tinha apenas uma escolha que fazia algum sentido. Senti que todo mundo estaria melhor sem mim.
Eu fiz um plano. Eu escrevi cartas para a minha família. Chorando, telefonei para o meu amado irmão para dizer adeus.
Entretanto, levou poucos momentos para ele compreender o que eu estava fazendo e, em seguida, rapidamente, ele entrou em ação.
Ele me cortou, desligou na minha cara e chamou meu marido imediatamente.
Meu marido correu de seu prédio de escritórios e, frenético, me procurou usando um aplicativo em seu telefone. Ele chamou um policial. Chamou uma ambulância. Levou-me para o hospital.
Deram-me uma bebida lamacenta em um copo de papel enquanto eu estava deitada na maca, e eu chorei.
Eu não quero morrer.
Eu só quero que a dor parasse.
A escuridão que eu tinha mergulhado era muito espessa. Eu não conseguia mais enxergar meus filhos. Eu não conseguia mais enxergar a vida que eu tinha construído com o homem que eu havia escolhido 25 anos atrás. Eu não podia enxergar minha família, os irmãos que me conheciam desde o nascimento, os pais que me apoiaram desde antes que eu pudesse lembrar. Eu não  podia enxergar meus amigos, que teriam ficado extremamente entristecido comigo se eu tivesse de deixa-los.
Eu não podia ver o amor.
´Havia amor em volta de mim, mas esse amor foi empurrado pela escuridão, com força despejado de minha consciência pelo preto sufocante.
No hospital psiquiátrico, eu estava cercada por pessoas cujas experiências foram muito parecidas com a minha. Ouvi histórias familiares. eu aprendi novas formas de lidar com a minha dor. Percebi que tinha opções. Mais importante, vi que não estava sozinha.
Eu tenho um bom diagnóstico e fui colocada sob medicação que funcionou como um raio de luz no meu cansado cérebro, confuso.
Isso não aconteceu da noite para o  dia.
Levou algum tempo para encontrar as doses certas e as prescrições corretas, mas eu perseverei. Eu mantive firmemente a esperança de que o antídoto certo  para a escuridão poderia ser encontrado. 
Eu não quero morrer.
Eu só queria que a dor parasse.
E ela parou.
Lenta, mas seguramente, com a terapia e o tempo, a dor parou.
Estou aqui hoje para lutar junto com você: Não desista.
Há uma razão para que você esteja lendo isso agora, nesse exato momento no tempo.
Essa é uma mensagem que você precisa ouvir. Você não está sozinho. O próprio mundo anseia para você ficar, anseia para você permanecer. A Terra está chamando ouça! Lá está no calor dos raios do sol em cima de seu rosto virado para cima, na brisa fresca que acaricia a sua pele, no canto de um pássaro, a maravilhosa de folhas e flores. A Terra está implorando para você não desistir.
Para toda escuridão há um facho de luz pelo qual é possível andar, basta apenas que os olhos sejam liberados do desespero.
Buscar. Falar com alguém. Há amor lá fora; há amor ao seu redor. Só porque você não pode sentir isso agora não significa que ele se foi. Não acredite na escuridão. Ele é uma mentirosa e uma ladra.
Estou feliz por estar aqui hoje.
A chuva cai e o sol brilha. Posso ver meus filhos riem e chorarem e lutar e crescer.
Meus pais estão agradecidos. Meu marido é cuidadoso. Meus irmãos me apoiam. Meus amigos me querem bem. Todo dia eu vejo o amor que eu não podia ver antes.
Eu acreditava nas mentiras que a escuridão me falou, e eu tentei tirar a minha vida.
As vezes a vida é uma luta. As vezes o amor parece desaparecer e parece estar longe. Há dias em que eu acordo desanimada e me sinto derrotada. Tem dias que eu ainda quero deixar esse mundo ( e todas as suas tribulações) para trás. Mas eu continuo colocando um pé na frente do outro, e eu agarro a esperança. Eu falo com os que me rodeiam. Eu tenho uma boa noite de sono. Um novo amanhecer. Eu me sinto melhor.
Eu não tinha que morrer para que a dor parasse.
Você também não tem que querer.


Se você ou alguém que você conhece precisa da ajuda, por favor, ligue para o telefone do CVV 141, e procure ajuda médica psiquiátrica.

sábado, 3 de setembro de 2016

O TDAH ao Longo da História


O TDAH não é um transtorno novo, como já ouvi  algumas vezes. Ele é um distúrbio descrito por pelo menos 200 anos.
Entretanto, os sintomas foram melhor descritos a partir de 1960.

Segue abaixo o link sobre o TDAH ao longo  da história. 

 http://psicoedu.com.br/historia-origem-do-tdah/

A Importância de uma Boa Noite de Sono

Para realmente valorizar um boa noite de sono, temos primeiro que entender a definição de ritmo circadiano. O Ritmo circadiano é um e...