Todos que tendem a ter queixas de depressão e ansiedade apresentam uma fixação nos pontos negativos da vida.
Muitos desses pacientes não lembram vários eventos ou fases da vida mas detém informações detalhadas de situações estressantes ou negativas que vivenciaram.
É necessario fazer um treinamento para tirar as informações positivas das situações do cotidiano.Ter consciência de que a sensação de " se tal coisa acontecer..." é apenas uma imaginação que pode nunca se tornar real. Ter certeza de que se problemas surgirem, você será capaz de resolvê los, como muitos outros que já tenha passado na vida.
Procure entender que situações o deixam ansioso ou triste, e tente evitá-las. Você só poderá melhorar identificando o que o estressa para tentar atenuar esse evento em sua vida.
Seja realista, usando os fatos para fazer previsões e se preparar para o futuro.
Esse blog não está sendo mais atualizado ... acesse a nova versão pelo link www.possidente.org. Espero você lá!
domingo, 16 de junho de 2013
sábado, 15 de junho de 2013
Síndrome da Alienação Parental
Desde 26 de agosto de 2010 a alienação parental virou crime, sob o número 12318.
A Síndrome de Alienação Parental ocorre quando um dos pais tenta negligenciar e cortar os vínculos afetivo com o genitor alienado. Na maioria dos casos, por ser a mãe a ter a guarda das crianças, é ela que faz com que a criança não respeite o pai. A criança é ensinada a cortar qualquer laço afetivo com o pai, passando a ter sentimentos de esquiva, ansiedade ou medo desse pai.
Isso traz muitas consequências emocionais, distúrbios de conduta ou de sexualidade na criança.
É necessário o acompanhamento psicoterápico e psiquiátrico da criança, associado a um acompanhamento psoeducacional dos pais. As vezes, se faz necessário também intervenção jurídica.
A Síndrome de Alienação Parental ocorre quando um dos pais tenta negligenciar e cortar os vínculos afetivo com o genitor alienado. Na maioria dos casos, por ser a mãe a ter a guarda das crianças, é ela que faz com que a criança não respeite o pai. A criança é ensinada a cortar qualquer laço afetivo com o pai, passando a ter sentimentos de esquiva, ansiedade ou medo desse pai.
Isso traz muitas consequências emocionais, distúrbios de conduta ou de sexualidade na criança.
É necessário o acompanhamento psicoterápico e psiquiátrico da criança, associado a um acompanhamento psoeducacional dos pais. As vezes, se faz necessário também intervenção jurídica.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Estudo Britânico Demonstra que Fumo Degenera Cérebro
Pesquisadores do King’s College de Londres avaliaram 8,8 mil pessoas com mais de 50 anos, quanto ao raciocínio, aprendizado e memória, demonstrando que o fumo prejudica o cérebro através de testes de desempenho cognitivo.
Foram observados que a hipertensão arterial e o sobrepeso são grandes vilões para o cérebro, mas numa proporção menor que o tabagismo. Esse estudo foi publicado no periódico Age and Angeing. Esse artigo também foi comentado no jornal O Globo de 27 de Nov de 2012.
Foram observados que a hipertensão arterial e o sobrepeso são grandes vilões para o cérebro, mas numa proporção menor que o tabagismo. Esse estudo foi publicado no periódico Age and Angeing. Esse artigo também foi comentado no jornal O Globo de 27 de Nov de 2012.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Diagnóstico Errado e Subestimado de TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) no Brasil
O título desse post também foi o título da matéria publicado no Caderno de Ciências do jornal O Globo em dois de abril de 2013.
Apesar de inúmeros comentários em reportagens na TV, rádios, jornais e artigos na Internet, em que se afirma que no Brasil o número de crianças e adultos medicados com TDAH vem aumentando nos últimos anos, esse número ainda é muito abaixo do esperado. Ou seja, a venda de remédios no Brasil para esse transtorno está muito abaixo da prevalência das pessoas acometidas por esse diagnóstico na população brasileira.
Existe um estudo da USP que cita que 5,4% da população de indivíduos de 6 a 16 anos tem TDAH, mas apenas 2,5% dessas pessoas se tratam, incluindo o uso de remédios. Isso serve de alerta para que os profissionais de saúde, professores e pais fiquem atentos aos sintomas nesses jovens.
Vale a pena ler mais sobre TDAH nos nove artigos já publicados nesse blog nas seguintes datas:
05 de abril de 2011,
28 de maio de 2012,
03 de junho de 2012,
05 de junho de 2012,
06 de junho de 2012,
06 de julho de 2012,
17 de julho de 2012,
11 de dezembeo de 2012 e
13 de dezembro de 2012.
Apesar de inúmeros comentários em reportagens na TV, rádios, jornais e artigos na Internet, em que se afirma que no Brasil o número de crianças e adultos medicados com TDAH vem aumentando nos últimos anos, esse número ainda é muito abaixo do esperado. Ou seja, a venda de remédios no Brasil para esse transtorno está muito abaixo da prevalência das pessoas acometidas por esse diagnóstico na população brasileira.
Existe um estudo da USP que cita que 5,4% da população de indivíduos de 6 a 16 anos tem TDAH, mas apenas 2,5% dessas pessoas se tratam, incluindo o uso de remédios. Isso serve de alerta para que os profissionais de saúde, professores e pais fiquem atentos aos sintomas nesses jovens.
Vale a pena ler mais sobre TDAH nos nove artigos já publicados nesse blog nas seguintes datas:
05 de abril de 2011,
28 de maio de 2012,
03 de junho de 2012,
05 de junho de 2012,
06 de junho de 2012,
06 de julho de 2012,
17 de julho de 2012,
11 de dezembeo de 2012 e
13 de dezembro de 2012.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Comportamento e Risco Suicida
Há cerca de 1,5 milhão de suicídios no mundo, e cerca de vinte vezes mais tentativas de suicídio.
O comportamento suicida é uma preocupação de Saúde Pública mundial. Parece ocorrer mais em pessoas que tem a tríade fator estressor, doença psiquiátrica e vulnerabilidade específica ao suicídio.
História pessoal e familiar de tentativa de suicídio ou comportamento suicida também contribui para essa maior probabilidade. Outro fator contribuinte que o profissional de saúde deve estar atento é alguma história de abuso sexual na Infância.
A doença psiquiátrica que tem maior probabilidade de presença é o Transtorno de Humor. Uma pessoa que sofre de Transtorno de Humor tem de 13 a 26 vezes mais chance de cometer suicídio que a população em geral, assim como pacientes esquizofrênicos tem uma chance aumentada em 8 a 10 vezes para o suicídio.
É importante estar atento a esses fatores que contribuem para um risco maior de suicídio, para que se tenha uma avaliação e um apoio (psicoterápico e medicamentoso) mais adequado a situação clínica.
O comportamento suicida é uma preocupação de Saúde Pública mundial. Parece ocorrer mais em pessoas que tem a tríade fator estressor, doença psiquiátrica e vulnerabilidade específica ao suicídio.
História pessoal e familiar de tentativa de suicídio ou comportamento suicida também contribui para essa maior probabilidade. Outro fator contribuinte que o profissional de saúde deve estar atento é alguma história de abuso sexual na Infância.
A doença psiquiátrica que tem maior probabilidade de presença é o Transtorno de Humor. Uma pessoa que sofre de Transtorno de Humor tem de 13 a 26 vezes mais chance de cometer suicídio que a população em geral, assim como pacientes esquizofrênicos tem uma chance aumentada em 8 a 10 vezes para o suicídio.
É importante estar atento a esses fatores que contribuem para um risco maior de suicídio, para que se tenha uma avaliação e um apoio (psicoterápico e medicamentoso) mais adequado a situação clínica.
terça-feira, 11 de junho de 2013
Terapia Cognitiva Comportamental em crianças e adolescentes com ansiedade
A Terapia Cognitiva comportamental em crianças e Adolescentes com ansiedade foi tema de discussão no Congresso Europeu de Psiquiatria (EPA) realizado em Nice em abril de 2013.
O Dr. Krister Fjermestad demonstrou que adolescentes e crianças atendidas no Haukeland University Hospital, com quadro de ansiedade, respondiam satisfatoriamente a terapia cognitivo comportamental (TCC). O grupo de crianças ansiosas que não respondiam a TCC apresentavam outras comorbidades.
Ele mostrou um follow-up de 182 pacientes atendidos com diferentes tipos de transtornos de ansiedade. A TCC teve um maior efeito no grupo de crianças que sofriam de transtorno de ansiedade generalizada, quando comparados ao grupo de fobia social, por exemplo.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
A Farmacoterapia não representa nem o Início nem o final do Tratamento do TDAH
Conforme apresentação no Congresso Europeu de Psiquiatria, realizado em Nice no período de 6 a 9 de novembro de 2013, a Dra Sandra Kooij afirmou que a Farmacoterapia nunca é o início e nem o final do tratamento do TDAH.
Ela afirmou que sua pesquisa em pacientes adultos com TDAH demonstrou que todos tiveram o seu início clínico na Infância, mesmo os que não buscaram tratamento. Referiu também a importante expressão genética encontrada nesses pacientes. Todos afirmaram que tinham pelo menos um dos pais com curso de vida bem semelhante.
Demostrou que os adultos costumam se apresentar com mudanças de humor, prejuízo nos seus relacionamentos e dificuldade em lidar com dinheiro. Podem também apresentar abuso de álcool e outras drogas, que inicialmente podem reduzir os sintomas do TDAH e cruzar com o problema com o álcool. Isso pode causar confusão no momento do diagnóstico, e portanto influenciar no tratamento adequado.
Pode- se observar nesse modelo de entrevistas as outras patologias encontradas nesses indivíduos com TDAH. Isso é muito importante na pratica clinica, pois o paciente pode procurar ajuda, de queixas de TDAH, e passar desapercebido queixas de outras comodidades. Ou também o inverso, pode nos procurar com queixas de algum diagnostico (como disfunção do sono, por exemplo) e nos não investigarmos a presença do TDAH, especialmente nos adultos, porque costumam confundir sintomas de TDAH com traços de sua personalidade.
A maioria dos pacientes da pesquisa buscaram ajuda profissional em torno de 35 anos de convívio com a doença. Nunca souberam que o que consideravam características de sua pessoa fossem sintomas que causavam grave prejuízo profissional, pessoal e social, como parte de uma doença que tem tratamento.
Em sua pesquisa os pacientes eram diagnosticados por uma entrevista semiestruturada. Podem-se observar também as suas comorbidades.
Problemas de sono ocorreram em 80% dos pacientes, e se iniciaram na Infância. Todos se consideravam como pessoas típicas da noite, com muita dificuldade para iniciar o sono. Algumas pessoas citaram episódios extremos ainda crianças. Foi ressaltado que essa dificuldade para dormir também leva a outras comorbidades, como obesidade, diabetes, câncer e hipertensão arterial.
Nesse estudo observou-se também que os pacientes tem em média um atraso de uma hora e trinta minutos do sono por dia, ao longo da vida.
Os pacientes foram orientados a mudar hábitos antes de iniciar o tratamento do TDAH propriamente dito. Ela propôs uma higienização do sono, psicoeducação da doença e técnicas comportamentais, que melhorem a ansiedade e a depressão, associados na maioria dos pacientes com TDAH adultos. Foram também atendidos para orientação, como deveriam se organizar nas tarefas com a noção de tempo.
Depois desse primeiro passo, os pacientes eram encaminhados para o uso de drogas específicas para o TDAH. Ela acredita que se não passarem pelo primeiro passo de educação e orientação, dificilmente os pacientes irão se organizar de forma a aderir ao tratamento medicamentoso. Assim, responderiam a uma menor dose.
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