Vale a pena ler esse artigo publicado na Bula Revista .
Segue o link:
https://www.facebook.com/elizabete.possidente/posts/729171343767416
Esse blog não está sendo mais atualizado ... acesse a nova versão pelo link www.possidente.org. Espero você lá!
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Um cachorro preto chamado Depressão
Vale a pena assistir o vídeo que está circulando na Internet sobre depressão.
Segue o link
https://www.youtube.com/watch?v=mO-zdIvZUpE
Segue o link
https://www.youtube.com/watch?v=mO-zdIvZUpE
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Quais são as Restrições na Epilepsia?
Com o tratamento adequado com neurologista e com o suporte
psicológico e psiquiátrico a grande maioria dos pacientes tem uma vida sem
restrições.
O suporte psicológico é dado para poder fazer algumas
mudanças de hábito de vida, e de melhor aceitação e adesão ao tratamento. O
tratamento psiquiátrico em muitos casos deve ser feito porque muitos pacientes
tem comorbidade psiquiátrica ao longo da vida. É conhecido que cerca de 30% dos
epiléticos sofrem de depressão, 25% de ansiedade, 7% de psicoses e 2% de outras
situações psiquiátricas. Com a associação dos psicofarmacos adequados ao
tratamento neurológico com anticonvulsivantes conseguimos uma melhor qualidade
de vida desses pacientes.
Muitos perguntam se podem dirigir, pois é sabido que existem
50% de chance de se ter um acidente, se ocorrer uma crise no volante. É
recomendado ter pelo menos um ano sem crise para se conseguir a carteira de
reabilitação. Se retornar a ter uma crise apenas deve-se suspender por seis
meses (pelo menos) o ato de dirigir.
Quanto a esportes sabe-se que deve m ser desencorajados equitação, esportes de altura e motorizados. Práticas de
mergulho só podem ser liberadas depois de pelo menos quatro anos sem apresentar
crises.
È importante saber que é proibido segregar portadores de
epilepsia no ambiente de trabalho. Deve-se sempre orientar os pacientes a
buscarem profissões que não represente risco de vida para ele ou terceiros. Por
exemplo, não se deve trabalhar pendurado em andaimes.
Gravidez deve ter planejamento adequado. É recomendado
suplementos com ácido fólico e vitamina B12 cerca de três meses antes da
gestação. Deve -se escolher anticonvulsivantes que passam menos para o bebê
durante a gestação ou amamentação. O obstetra deve trabalhar em uma parceria
com a equipe que já a assiste essa paciente no tratamento da epilepsia para se
ter um melhor controle das crises durante a gestação, no momento do parto e no
pós parto, para se manter em segurança a mãe e o bebê.
Antes de se pensar na gravidez a equipe deve estar atento ao
método anticoncepcional. Muitos anticoncepcionais orais tem a sua menor
eficácia provocada por interação medicamentosa com os anticonvulsivantes. Deve
ser discutida qual é o melhor anticoncepcional para a mulher que sofre de
epilepsia. Muitos especialistas optam pelo DIU.
Muitas mulheres podem apresentar irregularidades no ciclo
menstrual que devem também ser
acompanhados para a escolha da melhor estratégia medicamentosa.
O paciente com epilepsia deve ter total liberdade para tirar
todas as suas dúvidas sobre a sua patologia, e todos os médicos que o acompanham
devem saber do seu tratamento e ter total conhecimento das interações
psicofarmacológicas dos medicamentos anticonvulsivantes, antes de iniciar
qualquer orientação ao paciente.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Compreendendo a Epilepsia
A epilepsia é um distúrbio
em que a pessoa torna-se vulnerável, graças a uma instabilidade dos
impulsos elétricos numa certa região do cérebro.
A crise representa um episódio dessa alteração. É sempre
temporária e reversível. Quando atinge apenas uma área do cérebro é chamada de
crise parcial. Quando se estende por
outras áreas, é a crise generalizada.
Na maioria dos casos a causa é desconhecida, mas alguns
podem ter origem de situações neurológicas, como traumatismo craniano, tumores cerebrais,
abuso de álcool e drogas etc.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Uso de Tablets e Smartphones podem ser prejudiciais às Crianças
Os tablets e
smartphones fazem parte do dia a dia das famílias, e é preciso ter cautela com
as crianças.
No final de 2011 a agencia Marketing Kids Industries divulgou
uma pesquisa com 2200 pais americanos e ingleses que deixam as crianças usarem
tablets. Cerca de 15% dos filhos entre 3 e 8 anos usam os tablets dos pais, outros
29% já possuem o seu próprio. Cerca de 10% das crianças menores de 2 anos
tinham acesso a esse recurso. Essa mesma pesquisa demonstrou que 77% dos pais
acreditam que estão fazendo bem ,
estimulando a inteligência e atenção dos filhos. Esse estudo mesmo
estudo, atualizado, já resulta que 38%
dos menores de dois anos usam esse recurso na sua vida diária.
Muitas propagandas estimulam esse uso como um bom estímulo
para as crianças pequenas. Mas sabemos que os tablets tem pouco tempo de
mercado e estudos para sabermos o real impacto disso no cérebro das crianças. Na prática já se observa no
cotidiano de profissionais que atendem crianças algumas consequências
negativas. Já notamos crianças com
dificuldade na escrita cursiva. Muitas crianças estão com a letra “de
garrancho”, o que antigamente se acreditava ocorrer apenas na classe médica.
Existe uma contribuição para obesidade, um problema da vida
moderna. Criança parada no sofá sem atividade física facilita a vida dos pais,
a falta de tempo e de segurança em locais públicos, mas contribui para o
sedentarismo.
A exposição a telas não desenvolve adequadamente a
inteligência do bebê. Diversas
informações já vem prontas. As crianças usam menos sua capacidade de pesquisa, não
desenvolvem curiosidade e imaginação.
Outro problema desse recurso é o conteúdo inadequado. Eles vão navegando,
descobrindo sites e jogos que não são compatíveis com a idade. Muitas das vezes
porque observam irmãos ou primos mais velhos.
O tablet estimula o consumismo. Vemos crianças que não sabem
ler ainda, mas reconhecem diferentes marcas. Existem até jogos que fazem usam
dessas marcas em jogos, e não apenas nas propagandas.
É importante que os pais não usem os tablets apenas como “babá
virtual”, ou seja, para aproveitar melhor o tempo, para possam fazer as suas
coisas com mais tranquilidade.
Antigamente os pais estavam no carro e conversavam com a criança.
Hoje dão um tablet para que possam se distrair e não “dar trabalho”. Sentam num
restaurante e já puxam o tablet. Esse tempo antes era usado em conversas com a
criança.
Um período importante em que a criança iria gastar energia,
descobrir novas brincadeiras, e especialmente aprender a lidar com a vida
social e amigos está sendo usado exclusivamente em atividades isoladas. O
tablet deve ser usado sim, mas deve ser usado com moderação e com a interação
do adulto que esteja cuidando dessa criança. Alguns especialistas sugerem que
no máximo duas horas por dia , não corridas. Muitos já dizem de 30 minutos
diários são ideais para crianças de até dois anos. Mas sempre com o adulto
fazendo parte dessa brincadeira.
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