O Acumulador compulsivo é o indivíduo incapaz de descartar
objetos por achar que poderá ser útil em algum momento. Ele recolhe bens e
objetos que a maioria das pessoas descartam.
Com o tempo, acaba vivendo em condições insalubres, porque
com a aquisição excessiva não tem espaço e nem a limpeza adequada do local onde
mora.
É capaz de dividir a casa em função dos objetos acumulados, mesmo
causando prejuízos. Por exemplo, não usa o banheiro ou a cozinha porque está
lotado de objetos. É claro que no início abre mão de um móvel, como uma mesa ou
um sofá. Sem o tratamento, vai se estendendo pela casa.
Pode ter muitos animais de estimação e sem o cuidado
apropriado. Acumula sucatas ou lixo (como embalagens) e vai amontoando em
pilhas pela casa. O acumulador nega que esse comportamento seja exagerado,
apesar de ter vergonha do hábito. Não consegue controlar o seu impulso.
Acabam se afastando e se isolando por causa do problema, o
que dificulta o processo de ajuda.
Não existe uma necessidade de acumular, apenas o desejo. Ou seja, não existe necessidade física ou real
do compulsivo adquirir aquele objeto. Tive contato com um paciente que chegava
a guardar pregos usados e enferrujados, porque um dia poderiam ser úteis.
Chegou a fazer uma obra em casa e armazenar toda a sucata. A satisfação vinha só
com o fato de saber que guardava o material.

Conheço uma pessoa assim. Tem um andar da casa,só para sucatas de rádio, aparelho de som, etc. Já conversei com ele, vou compartilhar.
ResponderExcluirEnquanto eu me desfaco de td ele guarda.
Boa noite Elizabete, meu nome é Glaucia e acabei encontrando seu blog enquanto pesquisava sobre a disposofobia.
ResponderExcluirMinha mãe sofre da doença, que já está em nível avançado e eu preciso de ajuda para poder ajudá-la. Qual o melhor tipo de intervenção *interrogação*
Boa noite Elizabete, meu nome é Glaucia e acabei encontrando seu blog enquanto pesquisava sobre a disposofobia.
ResponderExcluirMinha mãe sofre da doença, que já está em nível avançado e eu preciso de ajuda para poder ajudá-la. Qual o melhor tipo de intervenção *interrogação*
Glaucia, o paciente dificilmente procura o tratamento espontaneamente por esse problema. isto porque ele não encara como um difiultador na sua vida a acumulação.
ResponderExcluirVocê precisará leva lo a um especialista por alguma queixa dela, por exemplo, ansiedade, insônia desatenção, problema de memória etc. Talvez seja um gancho para ela chegar a um profissional e tenha alívio de alguma queixa. Depois o especialista saberá como abordar esse assunto com a sua mãe.