sexta-feira, 19 de julho de 2019

Baixa Autoestima

Autoestima é um conjunto formado por percepções, crenças, avaliações, sentimentos e pensamentos que temos sobre nós mesmos. A baixa autoestima implica numa visão negativa que a pessoa tem de si mesma e que a prejudica em todos os setores de sua vida. Em certas ocasiões a pessoa se envolve tanto na preocupação relacionada à falhas que nem percebe o problema.


Alguns pensamentos que rodeiam a baixa autoestima:


  • Eu não consigo;
  • Não falo o que penso por medo da rejeição;
  • Preciso muito da aprovação dos outros;
  • Nunca estou realizada porque sempre acho que poderia ter sido melhor;
  • Não me sinto feliz porque sempre foco nos aspectos negativos;
  • Tenho dificuldade em dizer não e impor limites;
  • Destaco sempre fraquezas e erros;
  • É difícil ter iniciativa;
  • Sempre me sinto avaliada nas situações sociais;
  • Sempre me sinto culpada;
  • Não tenho nenhuma contribuição a dar em situação social;
  • Me acho feia, esquisita;
  • Não sou nem um pouco interessante.


Se você se identificou, vale a pena buscar um psicólogo para iniciar uma terapia. Também uma avaliação psiquiátrica, para avaliar a presença de depressão, ansiedade generalizada e fobia social, entre outros quadros.


Segue abaixo um link de um exercício que pode ser feito para atenuar essa baixa autoestima.  





domingo, 19 de maio de 2019

Prevenção da Automutilação e do Suicídio


No dia 26 de abril de 2019 o presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei nº 13.819, que instala a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio. O texto é de autoria do ministro Osmar Terra e foi publicado em 29 de abril no Diário Oficial da União.

A lei determina que as escolas públicas e privadas notifiquem toda suspeita ou ocorrência de violência autoprovocada ao Conselho Tutelar. As unidades de saúde ficam obrigadas a avisar às autoridades sanitárias. O governo federal deseja atualizar os registros da incidência de automutilação e de suicídios em todo o país.

No Brasil houve 106.374 mortes por suicídio entre 2007 e 2016, conforme o Ministério da Saúde publicou na Campanha do Setembro Amarelo, em 2018. Nesse período observou um aumento de 16,8% do número de mortes por suicídio.

Também está previsto nessa lei a criação de um serviço telefônico gratuito para atendimento ao público.

Link com mais informações:


 http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwjl7YC026fiAhV4GbkGHW-pCvgQFjAAegQIARAB&url=http%3A%2F%2Fwww.in.gov.br%2Fweb%2Fdou%2F-%2Flei-n%25C2%25BA-13.819-de-26-de-abril-de-2019-85673796&usg=AOvVaw09SeDOPclizyjdE_cBHh-f

domingo, 24 de fevereiro de 2019

TDAH e Problemas na Esfera Sexual



O Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é manifestado por diversas alterações comportamentais, na atenção e na hiperatividade. Algumas dessas alterações comportamentais podem se manifestar na esfera sexual, podendo se apresentar de diferentes formas.


As disfunções na vida sexual afetam a auto estima do próprio ou do parceiro, indicam maior incidência de doenças sexualmente transmissíveis (DST), gravidez indesejada,  dificuldades no relacionamento conjugal, maior frequência de compulsão por sexo,  masturbações e pornografia. Essas disfunções sexuais podem ocorrer em relacionamentos em que pelo menos um dos parceiros tem TDAH. É comum a queixa nessa esfera sexual com discrepância do desejo sexual para mais ou menos.


Vários estudos já demonstraram que homens com TDAH, com predomínio de desatenção e sem baixa de auto estima, tem uma necessidade maior de sexo por impulsividade. Muitos também se envolvem mais em masturbação e vício em pornografias. Devido a maior compulsão na área sexual podem cobrar de mais do parceiro, se envolver em outros relacionamentos e mostrar maior tendência ao abandono de métodos anticoncepcionais.


Existem diversos artigos que referem parte da população de TDAH podendo, por procrastinação e por perda de noção de tempo, evitar sem perceber a vida sexual. São pessoas que podem passar para o parceiro a falsa impressão de que não há interesse nele. Na verdade acaba se envolvendo tanto em outros projetos que parece não sobrar espaço para investir nesse aspecto.


Outros pacientes com TDAH tem uma hipersensibilidade motora, quando o contato físico pode ser incômodo. Com isso, acaba tendo um comportamento que evita o toque, sem consciência disso. Parece para o parceiro que não há o desejo sexual, o que não é verdade.


Na prática, esse componente da vida do portador de TDAH deve ser investigado pelo profissional que o atende. O especialista será sensível na avaliação da melhor abordagem para cada paciente. Haverá  indicação medicamentosa e psicoterápica adequada, além do estimulo à conversa do casal, para a compreensão de que essa disfunção é decorrência do TDAH e que necessita de acompanhamento.  




 


 


 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

A Importância de uma Boa Noite de Sono

Para realmente valorizar um boa noite de sono, temos primeiro que entender a definição de ritmo circadiano. O Ritmo circadiano é um e...